Você está procurando por uma obstetra de alto risco no ES?
Obstetra de alto risco no ES – Dra Rosangela Maldonado é formada em Medicina pela EMESCAM, fez a sua residência em Obstetrícia no Hospital da Santa Casa no Rio de Janeiro, na 33a Enfermaria do saudoso professor Jorge de Rezende um dos maiores centros de referência da obstetrícia no Brasil e depois fez mestrado na Universidade de São Paulo.



Se você procura um atendimento diferenciado, com uma profissional com vasta experiência no atendimento de gestações de alto risco, em uma consulta sem pressa e que te avalia de maneira integral, cuidando não somente de sua saúde física mas também de sua saúde mental, continue lendo para conhecer melhor a Dra Rosangela.
Sobre a obstetrícia
A obstetrícia é a especialidade médica responsável pelo acompanhamento da gestação, parto e pós-parto da mulher. Seu principal objetivo é garantir a saúde da mãe e do bebê durante todo o processo de gravidez e nascimento. Os obstetras estão capacitados para realizar exames pré-natais, monitorar o desenvolvimento do feto, orientar sobre cuidados durante a gestação, realizar o parto e acompanhar o puerpério.
A obstetrícia também é responsável por diagnosticar e tratar possíveis complicações que possam surgir durante a gestação, como pré-eclâmpsia, diabetes gestacional, entre outras. É uma especialidade fundamental para garantir o bem-estar da mãe e do bebê, prevenindo possíveis complicações e garantindo um parto seguro e saudável.
Além do acompanhamento da gestação, parto e pós-parto, a obstetrícia também engloba outras áreas de atuação, tais como:
1. Obstetrícia de alto risco: envolve o acompanhamento de gestações que apresentam complicações, como gravidez na adolescência, gravidez múltipla, doenças pré-existentes da mãe, entre outras situações que requerem cuidados especiais.
2. Medicina fetal: esta área da obstetrícia se dedica ao diagnóstico e tratamento de problemas que afetam o feto durante a gestação, como malformações congênitas, anomalias cromossômicas, entre outros.
3.Parto humanizado: a obstetrícia também está cada vez mais voltada para a promoção de um parto respeitoso, humanizado e centrado nas necessidades da mulher, respeitando suas escolhas e garantindo um ambiente acolhedor durante o processo de nascimento.
4. Reprodução assistida: a obstetrícia também está envolvida no tratamento de casais com dificuldade de engravidar, através de técnicas como fertilização in vitro, inseminação artificial, entre outras.

Em resumo, a obstetrícia é uma especialidade médica fundamental para a saúde e bem-estar das gestantes e de seus bebês, atuando em diversas áreas para garantir uma gestação saudável, um parto seguro e um pós-parto tranquilo.

Dra Rosangela é a obstetra de alto risco no ES
Obstetra de alto risco no ES – Dra Rosangela Maldonado é MESTRE EM OBSTETRÍCIA pela Universidade de São Paulo e tem 39 anos de experiência cuidando de grávidas de alto risco com amor e competência. Além disso é:
- Professora de obstetrícia há 36 anos
- Membro titular da FEBRASGO – Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia
- Membro titular da SOGOES – Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Espírito Santo
- Member Certification – Latin American Quality Institute


Gravidez de Alto Risco
A gravidez de alto risco é aquela em que a gestante ou o feto apresentam condições que aumentam a probabilidade de complicações durante a gestação, o parto ou o pós-parto. Essas condições podem ser pré-existentes, como doenças crônicas da mãe, ou surgir durante a gravidez, como a pré-eclâmpsia.
É fundamental que gestantes em situação de alto risco recebam um acompanhamento especializado e adequado ao longo de toda a gestação. Isso inclui consultas frequentes com o obstetra e outros profissionais de saúde, realização de exames específicos para monitorar a saúde tanto da mãe como a do bebê, e, em alguns casos, internações hospitalares se forem necessárias.
Este acompanhamento especializado durante uma gravidez de alto risco ajuda a identificar precocemente possíveis complicações, permitindo intervenções adequadas para garantir a saúde e segurança da mãe e do bebê. É importante que a gestante siga todas as orientações médicas e mantenha um estilo de vida saudável para reduzir os riscos e aumentar as chances de uma gestação segura e bem-sucedida.

Maiores dúvidas sobre gravidez de alto risco
1. Quais são os fatores que podem tornar uma gravidez de alto risco?
2. Quais são as complicações mais comuns em uma gravidez de alto risco?
3. Como é feito o acompanhamento especializado durante uma gravidez de alto risco?
4. Quais são os cuidados especiais que uma gestante de alto risco deve ter em relação à sua saúde e ao desenvolvimento do bebê?
5. Quais são as opções de tratamento disponíveis para lidar com complicações durante uma gravidez de alto risco?
6. Qual a importância do pré-natal e dos exames de rotina para gestantes de alto risco?
7. Quais são os sinais de alerta que uma gestante de alto risco deve observar e comunicar ao médico imediatamente?
8. Como lidar com o estresse e a ansiedade que podem surgir em uma gravidez de alto risco?
9. Qual o papel do acompanhante ou da família no suporte à gestante durante uma gravidez de alto risco?
10. Quais são as medidas preventivas que uma gestante de alto risco pode adotar para promover uma gestação saudável e segura?
Essas são apenas algumas das dúvidas comuns que podem surgir em relação à gravidez de alto risco. É importante que a gestante e sua família busquem informações junto aos profissionais de saúde para esclarecer todas as questões e receber o apoio necessário ao longo desse período desafiador.

Na hora que não enxergamos a luz no final do túnel, a experiência precisa ser uma grande aliada.

Fatores que levam a uma Gravidez de Alto Risco
1. Idade da mãe: Gravidez em mulheres com menos de 17 anos ou acima de 35 anos têm maior probabilidade de complicações.
2. Doenças crônicas: Diabetes, hipertensão, doenças cardíacas, doenças renais, entre outras, podem aumentar o risco.
3. Complicações prévias: Histórico de abortos espontâneos, partos prematuros, pré-eclâmpsia, entre outros.
4. Gravidez múltipla: Gestação de gêmeos, trigêmeos ou mais aumenta o risco de complicações.
5. Problemas de saúde durante a gravidez: Como pré-eclâmpsia, diabetes gestacional, restrição de crescimento fetal, entre outros.
6. Problemas genéticos: Anomalias cromossômicas no feto ou histórico familiar de doenças genéticas.
7. Estilo de vida: Tabagismo, consumo de álcool, uso de drogas ilícitas, obesidade, falta de cuidados pré-natais adequados.
É importante que gestantes com esses fatores de risco sejam acompanhadas de perto por profissionais de saúde especializados, para monitorar a gestação e agir preventivamente diante de possíveis complicações
Complicações Gravidez Alto Risco
1. Pré-eclâmpsia: Uma condição caracterizada por pressão alta e presença de proteína na urina, que pode afetar tanto a mãe quanto o feto.
2. Parto prematuro: Quando o bebê nasce antes das 37 semanas de gestação, o que pode aumentar o risco de complicações de saúde.
3. Restrição de crescimento fetal: O bebê não cresce adequadamente no útero, o que pode levar a complicações durante o parto e após o nascimento.
4. Diabetes gestacional: Aumento da glicose no sangue durante a gravidez, o que pode afetar a saúde da mãe e do bebê.
5. Placenta prévia: Quando a placenta se posiciona de forma anormal, podendo causar sangramento e complicações no parto.
6. Descolamento prematuro da placenta: A separação precoce da placenta do útero, o que pode levar a complicações graves para a mãe e o bebê.
7. Infecções: Gestantes de alto risco têm maior susceptibilidade a infecções, que podem afetar a saúde da mãe e do feto.
8. Problemas de desenvolvimento fetal: Anomalias genéticas, malformações e outras complicações no desenvolvimento do feto.
9. Complicações de doenças pré-existentes: Doenças crônicas da mãe, como hipertensão e diabetes, podem se agravar durante a gestação e afetar o desenvolvimento do bebê.
10. Complicações durante o parto: Dificuldades no trabalho de parto, necessidade de cesariana de emergência, entre outros.

Acompanhamento Gravidez Alto Risco
Obstetra de Alto Risco no ES – Dra Rosangela Maldonado recebeu o prêmio de MELHORES DA SAÚDE 2024

O acompanhamento especializado durante uma gravidez de alto risco geralmente envolve uma abordagem multidisciplinar, com a participação de diferentes profissionais de saúde. Alguns aspectos do acompanhamento especializado incluem:
1. Consultas frequentes com obstetras e outros especialistas: Gestantes de alto risco geralmente precisam de consultas mais frequentes para monitorar a saúde da mãe e do bebê, discutir possíveis complicações e ajustar o plano de cuidados conforme necessário.
2. Realização de exames específicos: Exames de ultrassom, monitoramento da pressão arterial, exames de sangue e outros testes podem ser realizados regularmente para acompanhar o desenvolvimento do feto e identificar precocemente possíveis complicações.
3. Acompanhamento nutricional: Uma alimentação saudável e balanceada é essencial para gestantes de alto risco. Um nutricionista pode orientar a gestante sobre a dieta adequada para garantir a saúde dela e do bebê.
4. Acompanhamento psicológico: O estresse e a ansiedade são comuns em gestações de alto risco. Um psicólogo pode ajudar a gestante a lidar com essas emoções e fornecer suporte emocional durante todo o processo.
5. Monitoramento da saúde materna: Controle da pressão arterial, dos níveis de glicose sanguínea, do peso e de outras condições de saúde da mãe é fundamental para prevenir complicações.
6. Educação sobre sinais de alerta: A gestante deve ser informada sobre os sinais de alerta que indicam a necessidade de procurar ajuda médica imediatamente, como sangramento vaginal, dor abdominal intensa, falta de movimentação fetal, entre outros.
O acompanhamento especializado durante uma gravidez de alto risco visa garantir a saúde e segurança da mãe e do bebê, identificando precocemente possíveis complicações e tomando medidas preventivas e terapêuticas adequadas. É essencial que a gestante siga todas as orientações médicas e participe ativamente do seu plano de cuidados.

Cuidados que a Gestante de Alto Risco deve ter
Uma gestante de alto risco deve adotar cuidados especiais em relação à sua saúde e ao desenvolvimento do bebê para garantir uma gestação segura e saudável. Alguns desses cuidados incluem:
1. Seguir rigorosamente as orientações médicas: É fundamental que a gestante de alto risco siga todas as recomendações e orientações do médico, incluindo o comparecimento às consultas de pré-natal, realização de exames e testes indicados, e adesão ao tratamento prescrito.
2. Manter uma alimentação saudável: Uma dieta equilibrada e rica em nutrientes é essencial para o desenvolvimento saudável do bebê e para manter a saúde da mãe. Consultar um nutricionista pode ajudar a adequar a dieta às necessidades específicas da gestação de alto risco.
3. Evitar hábitos prejudiciais: Abster-se do consumo de álcool, tabaco e drogas ilícitas é essencial para proteger a saúde da gestante e do bebê. Além disso, evitar exposição a substâncias tóxicas e poluentes ambientais.
4. Praticar atividades físicas adequadas: Sob orientação médica, a prática de exercícios físicos leves e adequados pode beneficiar a saúde da gestante e contribuir para um parto mais tranquilo.
5. Controlar o estresse e a ansiedade: O suporte emocional é importante durante uma gestação de alto risco. Buscar ajuda de um psicólogo ou participar de grupos de apoio pode ajudar a lidar com o estresse e a ansiedade.
6. Descansar e relaxar: O descanso adequado e a prática de técnicas de relaxamento podem contribuir para o bem-estar da gestante e do bebê.
7. Observar os sinais de alerta: A gestante deve ficar atenta a sintomas como sangramento vaginal, dor abdominal intensa, falta de movimentação fetal e outros sinais de alerta que indiquem a necessidade de procurar ajuda médica imediatamente.
Seguir esses cuidados especiais e manter uma comunicação aberta com a equipe de saúde são essenciais para garantir uma gestação segura e saudável para gestantes de alto risco.
TRABALHO COM AMOR + EFICIÊNCIA + RESPONSABILIDADE = EXCELENTES RESULTADOS
Obstetra de Alto Risco no ES – Dra Rosangela Maldonado esta aqui para te ajudar nesta caminhada.
Medicina Fetal
A medicina fetal é uma subespecialidade da obstetrícia que tem como principal objetivo o diagnóstico e tratamento de problemas que afetam o feto durante a gestação. Os médicos que atuam nessa área são especializados em avaliar a saúde e o desenvolvimento do feto, bem como em identificar possíveis complicações que possam surgir ao longo da gestação.
Entre as principais atribuições da medicina fetal, podemos destacar:
1. Diagnóstico de anomalias fetais: os especialistas em medicina fetal realizam exames de ultrassom detalhados para identificar possíveis malformações ou anomalias cromossômicas no feto. Eles também podem realizar procedimentos invasivos, como a amniocentese ou a biópsia de vilo corial, para obter amostras de células do feto e realizar diagnósticos precisos.
2. Acompanhamento de gestações de alto risco: os médicos especializados em medicina fetal acompanham gestações que apresentam complicações, como gestações múltiplas, doenças maternas pré-existentes, infecções durante a gestação, entre outras situações que requerem cuidados especiais.
3. Tratamento de problemas fetais: em casos de anomalias detectadas no feto, os especialistas em medicina fetal podem propor tratamentos intrauterinos, como cirurgias fetais minimamente invasivas, transfusões de sangue intrauterinas, entre outras intervenções para melhorar o prognóstico do feto.
4. Aconselhamento genético: os médicos especializados em medicina fetal oferecem aconselhamento genético para casais que tenham histórico de doenças genéticas na família ou que apresentem risco aumentado de transmitir determinadas condições para o feto. Eles auxiliam na interpretação de exames genéticos e orientam sobre os riscos hereditários.
A medicina fetal desempenha um papel fundamental no acompanhamento da saúde do feto durante a gestação, diagnosticando precocemente possíveis problemas e oferecendo tratamentos e cuidados especializados para garantir o melhor desfecho para a gestação e o nascimento do bebê.
Áreas de atuação da Medicina Fetal
1. Rastreamento de doenças maternas que podem afetar o feto: os médicos especializados em medicina fetal podem monitorar e tratar doenças maternas, como diabetes gestacional, hipertensão arterial, infecções, entre outras condições que podem impactar a saúde do feto.
2. Acompanhamento de gestações de fetos com restrição de crescimento: a medicina fetal é essencial no acompanhamento de gestações em que o feto apresenta restrição de crescimento intrauterino, ajudando a monitorar o desenvolvimento fetal e a tomar medidas para garantir o bem-estar do bebê.
3. Avaliação e monitoramento de líquido amniótico: os especialistas em medicina fetal também podem avaliar o volume e a qualidade do líquido amniótico que envolve o feto, identificando possíveis alterações que possam indicar complicações na gestação.
4. Realização de procedimentos intervencionistas: em casos de anomalias fetais graves, os médicos especializados em medicina fetal podem realizar procedimentos intrauterinos para corrigir ou minimizar as complicações, como drenagem de líquido amniótico, transfusões fetais, entre outros.
A medicina fetal desempenha um papel crucial na detecção precoce de problemas que possam afetar o feto durante a gestação, permitindo intervenções precoces e personalizadas para garantir o melhor resultado possível para a mãe e o bebê. É uma especialidade que combina conhecimentos de obstetrícia, genética, ultrassonografia e cirurgia fetal para oferecer cuidados especializados e de alta qualidade às gestantes e aos seus bebês.
Parto Humanizado
O parto humanizado é uma abordagem que visa respeitar e valorizar o processo natural do parto, colocando a mulher e suas escolhas no centro do cuidado obstétrico. Diferentemente do modelo tradicional de assistência ao parto, que muitas vezes é caracterizado por intervenções médicas excessivas, o parto humanizado busca proporcionar à mulher uma experiência mais respeitosa, acolhedora e personalizada durante o nascimento de seu filho.
Alguns dos princípios e características do parto humanizado incluem:
1. Respeito à autonomia da mulher: no parto humanizado, a mulher é incentivada a participar ativamente das decisões relacionadas ao seu parto, tendo sua autonomia e capacidade de escolha respeitadas em todos os momentos.
2. Assistência personalizada: a mulher é acompanhada por uma equipe multidisciplinar que a apoia e orienta durante todo o processo do parto, oferecendo suporte emocional, físico e psicológico de acordo com suas necessidades individuais.
3. Promoção de um ambiente acolhedor: o parto humanizado busca criar um ambiente tranquilo, acolhedor e familiar para a mulher, com liberdade de movimentação, uso de técnicas de alívio da dor não farmacológicas e respeito à sua privacidade.
4. Incentivo ao parto normal: o parto humanizado valoriza o parto normal como a forma mais segura e saudável de dar à luz, respeitando o tempo do corpo da mulher e evitando intervenções desnecessárias, como cesáreas ou induções.
5. Respeito ao vínculo mãe-bebê: o parto humanizado promove o contato pele a pele imediato entre mãe e bebê, favorecendo o estabelecimento do vínculo afetivo e a amamentação precoce.
6. Redução de intervenções desnecessárias: o parto humanizado busca minimizar intervenções médicas que não sejam estritamente necessárias, priorizando o bem-estar físico e emocional da mulher e do bebê.
É importante ressaltar que o parto humanizado não se opõe à medicina ou à assistência médica especializada, mas busca integrar os avanços da ciência obstétrica com o respeito aos direitos e desejos da mulher no momento do parto. Ele se baseia em evidências científicas e em diretrizes internacionais de boas práticas obstétricas para garantir a segurança e a saúde da mãe e do bebê durante o nascimento. O parto humanizado é uma escolha que deve ser respeitada e apoiada pelas equipes de saúde, visando oferecer uma experiência mais positiva e empoderadora às mulheres que estão dando à luz.
Reprodução Assistida
A reprodução assistida é uma área da medicina que engloba técnicas e procedimentos utilizados para auxiliar casais com dificuldade de conceber um filho de forma natural. Essas técnicas são desenvolvidas para superar problemas de infertilidade ou dificuldades de reprodução, possibilitando a realização do desejo de ter filhos.
Alguns dos principais métodos de reprodução assistida incluem:
1. Inseminação artificial: consiste na introdução de espermatozoides previamente preparados no útero da mulher, com o objetivo de aumentar as chances de fertilização.
2. Fertilização in vitro (FIV): é uma técnica em que os óvulos são fertilizados em laboratório por espermatozoides, formando embriões que são posteriormente transferidos para o útero da mulher.
3. Injeção intracitoplasmática de espermatozoide (ICSI): técnica utilizada em casos de baixa qualidade ou baixa quantidade de espermatozoides, em que um espermatozoide é injetado diretamente em um óvulo para fertilização.
4. Doação de gametas: quando um dos parceiros não pode fornecer óvulos ou espermatozoides viáveis, é possível recorrer à doação de gametas de terceiros para realizar a fertilização.
5. Barriga de aluguel (ou útero de substituição): nesse procedimento, uma mulher gesta um embrião gerado a partir dos gametas dos pais biológicos, mas não possui vínculo genético com o bebê.
6. Congelamento de óvulos, espermatozoides ou embriões: essa técnica permite preservar gametas ou embriões para uso futuro, principalmente em casos de pacientes que desejam adiar a gravidez por motivos pessoais ou médicos.
A reprodução assistida é uma área em constante evolução, com avanços tecnológicos e científicos que têm possibilitado cada vez mais casais a realizarem o sonho de ter filhos. É importante ressaltar que o acompanhamento médico especializado é fundamental em todo o processo de reprodução assistida, tanto para avaliar as causas da infertilidade quanto para orientar os casais sobre as opções de tratamento disponíveis e as suas chances de sucesso.
É essencial também que os pacientes recebam suporte emocional e psicológico durante o processo, uma vez que a infertilidade pode gerar impactos significativos na saúde mental e no bem-estar dos casais. A reprodução assistida, quando realizada de forma ética e responsável, pode ser uma alternativa viável para casais que enfrentam dificuldades reprodutivas e desejam formar uma família.